Enquanto este velho trem atravessa o Pantanal

18 de março de 2020

Deixamos a BR-262 em Aquidauana e seguimos pela MS-170, uma estrada vicinal, longe da rodovia principal, que de fazenda em fazenda, num percurso de mais de 400 quilômetros, nos levaria a Corumbá. Ao final do aterro, o nosso caminho se transformou em areia, buracos e atoleiros e passou a fazer jus ao conselho que nos foi dado: de não viajar por lá sozinhos. O “buraco quente”, como é conhecido pelos locais, nos rendeu a primeira de muitas encalhadas e nos ensinou que o Pantanal pode ter água mesmo na época seca. Outro risco era de nos perdermos. Tínhamos GPS, mas ele não continha as informações sobre as estradas dessa região. O jeito foi seguir a cartilha que o Argeu escreveu com o nome de cada uma das várias fazendas que estariam em nosso caminho.

Como de costume, mantivemos os olhos mais no mato do que na estrada, ainda mais que apostamos uma garrafa de vinho para quem visse o primeiro tamanduá-bandeira. Até que apareceu um, ainda no aterro. Depois surgiu um segundo, terceiro e muitos outros (não lembro se a Michelle já me pagou essa aposta), além de veados, emas, porcos monteiros e tuiuiús. Como se já não estivéssemos suficientemente apaixonados pelo Pantanal, com seus animais selvagens, os boiadeiros e seus rebanhos, as surpresas não se esgotavam.

(Trecho extraído do livro Mundo por Terra 2)

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