Diário de Bordo 27 – Estados Unidos 3 - Mundo por Terra

Diário de Bordo 27 – Estados Unidos 3

Hora de darmos uma trégua para o Lobo

Já estava na hora de darmos uma trégua para o Lobo e darmos uma geral nele, afinal é essa a máquina que precisa aguentar por mais dois anos carregando nós e nossa casa, sem hesitar. Em toda a viagem nunca fizemos um pit-stop tão longo quanto esse em Salt Lake City – Utah. Foi um mês praticamente, sendo que as primeiras 2,5 semanas passamos acampados ao lado de fora da mecânica Great Basin, especializada em Land Rovers. Não pudemos acampar dentro do pátio da mecânica, pois nosso amigo Bill Davis tem tantas Lands que estas malmente cabem lá.

Mas foi legal! Apesar de ter dado muito trabalho, aproveitamos para aprender algo a mais de mecânica, já que a maioria das coisas nós mesmos fizemos. A mão de obra neste país é muito cara, em torno de 95 dólares a hora (experimente multiplicar isso pela taxa de conversão atual de nosso real). Para nosso acampamento, escolhemos a sombra de duas árvores altas. Sua proteção nos proporcionou certo conforto, mas como nosso carro ficou desligado todo o tempo, a sombra impossibilitou que nossas baterias recarregassem propriamente pelos painéis solares. Isso é uma coisa a se pensar no projeto de um carro, pois quando é quente, nós optamos pela sombra, mas é o momento que a geladeira do carro consome mais energia, necessitando mais carga nas baterias, ou seja, os painéis precisariam ficar no sol. Quando é frio, que a geladeira não consome quase nada, nós buscamos o sol para nos aquecermos. Uns amigos que viajam de Toyota encontraram uma solução para isso, pois seu painel solar é removível, então podem estacionar seu carro na sombra e colocar o painel no sol.

Mas dos males, o menor. Duas alemãs que viajavam os EUA com uma Land Rover 110 fundiram seu motor e também ficaram nessa mecânica por mais de um mês. O dano no bloco foi tanto que ficou mais fácil e barato comprar um motor na Alemanha, despachar aos EUA e monta-lo ali. Acho que para ambos, nós e elas, dava certo conforto em saber que não éramos somente nós ou elas que estavam com problemas. Neste link detalhamos melhor as manutenções que fizemos em nosso carro. CLIQUE AQUI.

Ter um endereço fixo por 2,5 semanas também foi bom para recebermos encomendas pelo correio, como as 5 caixas de Livros Mundo por Terra traduzidos para o inglês. Desse momento em diante, além de viajar, passamos a vender livros, uma tarefa que já tínhamos certa experiência do Brasil. Nossa estratégia tem sido sempre ter um livro conosco, um marcador de página no lugar do cartão de visita e adesivos no carro para divulgação. A versão em inglês também já está a venda na Amazon.com e em nosso website.

Bom, agora com o carro tinindo, podíamos partir. Mas ainda na cidade, por indicação de um de nossos apoiadores, a Sol Paragliders, fomos a um de seus revendedores consertar uma linha do parapente que havia arrebentado na hélice do paramotor. E tudo foi uma coincidência, pois o Steve da revenda, nos convenceu de ficarmos para uma feira de produtos outdoor (Outdoor Retailer) que iria acontecer na outra semana e justo o Ary, que nos indicou arrumar a linha do parapente com o Steve, estaria vindo para a essa feira, o que também nos daria a chance de encontrarmos com ele. Decidimos ficar e nesse tempo, quando as condições eram boas, voamos de parapente. Lá funciona mais ou menos assim: para voar você precisa que o vento esteja contra a montanha de onde quer decolar, certo? Então de manhã, como o vento sopra na direção de sul a norte, voávamos no lado sul da montanha e a tarde, quando o vento invertia, voávamos no lado norte. Fizemos bons voos, além de boas amizades. Achamos muito legal o lado norte da montanha, pois lá, para se fazer um voo longo é preciso ultrapassar uma barreira, que é achar uma térmica, ganhar altura nela e jogar seu parapente para a margem do morro grande, que se situa uns 150 metros para atrás da decolagem e lá ganha-se altura nos ventos ascendentes que batem neste morro e sobem. Uma vez que se conquistou o morro grande, um belo voo está garantido.

A Feira Outdoor Retailer é uma das mais importantes no segmento de esportes de aventura reunindo empresas de todo o mundo. Nosso propósito foi apresentar nossa história e o Projeto Latitude 70 para buscarmos parcerias em equipamentos para o frio e por mais inesperado que isso foi para nós, conseguimos bastante ajuda. Diríamos até que as conversas que tivemos fizeram bem para nosso ego, pois como vivemos nosso projeto todos os dias, as vezes esquecemos de seu potencial. Quando apresentávamos aos departamentos de marketing nossos planos, os olhos de seus gerentes brilhavam e eles realmente se impressionavam. Saímos de lá com o sorriso de orelha a orelha, pois além de não precisarmos fazer investimentos nesta época em que o dólar está tão alto, nossa autoestima recebeu uma recarga.

Foi até estranho quando partimos de Salt Lake City. Já não estávamos mais acostumados a viajar, hehe. Mas a quilometragem que fizemos nem foi tão grande, uma vez que ao norte da cidade há a Antelope Island, uma ilha bastante exótica que se situa no Great Salt Lake, ou Grande Lago Salgado, que dá o nome a Salt Lake City. A ilha é um paraíso de pássaros, além de ser habitada por bisontes, cabras, veados, antílopes, dentre outros.

Existem certas coisas na natureza que são óbvias, mas nem sempre nos damos conta se uma oportunidade não nos faz pensar nelas. A similaridade dos lagos salgados com o mar, para nós, foi um exemplo. Vejam: você sabe porque existem lagos salgados? Por eles se situarem entre montanhas e não haver nenhum caminho para suas águas escoarem. Eles são alimentados pela chuva e rios, que levam consigo sais e minerais coletados na terra. Por não possuírem saídas de água, a forma que tem seu nível controlado é pela evaporação. Mas o vapor não tem capacidade de carregar minerais e sais, deixando-os no lago, o qual vai os acumulando durante os milhares de anos desde a sua formação e por isso fica salgado. Agora, nós já paramos para pensar que o mar é também um grande lago que não possui para onde escoar, a não ser pela evaporação? O Grande Lago Salgado possui 4.400km2 de área de evaporação. Quatro rios o alimentam trazendo 2,2 milhões de toneladas de minerais todos os anos. Imagina o quanto o mar recebe de sedimentos por ano!!!

O Grande Lago Salgado, por sua salinidade, não é habitat de peixes. Mas alguns camarões, insetos e algas sobrevivem ali, os quais viram fonte de alimento para 250 espécies de aves migratórias. O lago prove descanso, abrigo e ambiente de reprodução para todos. Nós acampamos na ilha, vimos bisontes, veados, antílopes, mas quem nos atraiu mesmo foram as aves. É impossível não perder horas fotografando-as ou só admirando-as. São tantas, mas tantas, que seus movimentos dão um verdadeiro show no ar.

Saímos de Utah, passamos rapidamente pelo estado Idaho e entramos em Wyoming, o estado que cede dois lindos parques nacionais que queríamos muito visitar, o Grand Teton e o Yellowstone. O caminho foi muito bonito, com florestas, montanhas, rios cristalinos, lagos e cidades com atmosfera country. Na praça principal de Jackson há um pórtico feito de centenas de chifres de Cervus Canadensis, que de primeira impressão assusta pela suposta matança dos animais. Mas logo descobrimos que estes cervos perdem suas galhadas todos os anos, as quais deixam jogadas nos pastos e são desses chifres caídos que o povo da cidade construiu o pórtico há dezenas de anos atrás. E aqui vem a confusão entre o inglês e o português: O animal “Elk” (inglês) não é o alce. Elk é o Cervus Canadensis ou Uapiti, um dos maiores entre a família dos cervos. Ele não pode ser confundido com o Alce, que pelos americanos é chamado de “Moose”. O problema é que na Europa, Ásia e algumas regiões britânicas, o moose, ou alce em português, é chamado de elk! Os dois animais que estamos falando são completamente diferentes. Só pra complicar…

O Parque Nacional Grand Teton é uma extensão daquele caminho lindo que vínhamos percorrendo, com a diferença de que ao lado oeste se forma uma magnífica cadeia montanhosa, cuja montanha mais alta ultrapassa os 4.000 metros de altitude. Ficamos 3 dias na região indo de um lado para o outro, fazendo caminhadas, vendo animais, banhando-se em águas termais e parando para acampar em lugares de se tirar o chapéu. Vimos elks ou Cervus Canadensis, um moose ou alce, um urso preto, bisontes, etc… A partir deste momento, era o lobo que estávamos a procura. Não o Lobo da Estrada, pois este está aqui com a gente.

Ao norte do Grand Teton nós pisamos num caldeirão de água fervente. Terra natal do Zé Colméia, lembram dele? Sim, chegávamos no Parque Nacional Yellowstone, o lugar no mundo onde existe a maior concentração de gêiseres e fontes termais. É conhecido também por ter sido o primeiro Parque Nacional do mundo, fundado em 1872. Devido a sua beleza e exuberância, naquela época já se previa a necessidade de sua preservação.

A área é gigantesca e muito diversa. No meio de uma floresta de pinus, um lugar que ninguém suspeitaria que ali embaixo existe uma câmara de magma vulcânico de 60km x 30km de tamanho, brotam gêiseres e fontes de água quente. Já foram contados mais de 1.200 gêiseres, sendo que destes, quase 500 estão ativos. Mas contando todos os elementos de características geotermais, totalizam 10.000 só no parque. Alguns gêiseres tem um ciclo de atividade alta, então é possível se programar para vê-los no momento de sua maior ebulição. O gêiser mais famoso, Old Faithful, que também é um dos que jorra água mais alto, entra em atividade aproximadamente de 90 em 90 minutos. Existe até arquibancada para os espectadores poderem vê-lo brilhar. As fontes também tem seu charme. Não jorram água como os gêiseres, mas possuem um colorido intenso, onde no centro a água é azulada e cristalina e nas bordas, onde a temperatura é um pouco mais baixa devido o contato com a terra, bactérias resistentes ao calor, junto a minerais, colorem com amarelo, vermelho, branco, etc. É ali no parque que se encontra a fonte Grand Prismatic, uma piscina colorida imensa e que é um espetáculo a parte. Nós a vimos primeiramente do alto de um morro e vendo-a de cima consegue-se identificar cada camada de cor em suas bordas. Depois caminhamos por plataformas estando ao lado dela, as vezes sumindo em sua nuvem de vapor.

Fora os gêiseres e fontes, vimos cânions, cachoeiras, rios, florestas, montanhas e muitos animais. Tentamos ver nosso primeiro lobo, levantando 4:30h da manhã para chegar em tempo onde eles são normalmente vistos ao nascer do sol, mas nada. Havia muita gente lá, com lunetas e tudo mais e parece que somente os mais equipados avistaram algo na montanha, talvez a 3 km de onde estávamos. Nós não veríamos eles com nossos binóculos nem em pensamento.

Saímos do parque pelo lado norte e nos dirigimos ao Paradise Valley, Montana. Fomos convidados pelo amigo são-bentense Manolo del Olmo para visitarmos sua mãe Josie Tidwell, que mora com seu marido Marvin Tidwell naquele paraíso. Josie preparou um bolo de aniversário para a Michelle e ao longo dos dias que ficamos por lá, fez várias comidas deliciosas que nos lembraram “casa”. Foi em sua companhia que também celebramos o nosso primeiro ano na estrada. Registramos aqui nosso carinhoso obrigado a Josie, Marvin e Manolo pela sua hospitalidade!

Será que vocês aguentariam ler sobre mais um Parque Nacional? Talvez estas histórias estejam ficando maçantes, mas como é impossível não visitá-los nos EUA, pela natureza aqui ser tão linda, temos que contar mais essa. Mas é só mais essa, ok? Nesse diário…

Parque Nacional dos Glaciares. Se situa no estado de Montana, fazendo fronteira com o Canadá. Caracteriza-se pela grande quantidade de glaciares, além, é claro, de uma linda natureza com montanhas, lagos, florestas e animais. É habitat de ursos, alces (moose, não se confundam), cabra montesa, bem como espécies raras como o Wolverine e o Canadian Lynx.

Mas desta vez, quanto mais nos aproximávamos da entrada do parque, menos enxergávamos a nossa frente. Estavam acontecendo queimadas tão fortes nas matas da região que tudo estava coberto por fumaça. Via-se apenas algumas dezenas de metros a frente! Nós ficamos tristes, mas fazer o que, “é o que é”, como diz o nosso amigo Cleiton. Mesmo assim cruzamos o parque de sudoeste a nordeste, pois esse era o caminho que de um jeito ou de outro teríamos que fazer para ir ao Canadá. Subimos e descemos as montanhas sem ver nada. Pra piorar ainda mais nossa visibilidade, o tempo fechou. Veio chuva forte e muito frio. Saímos de lá cabisbaixos e acampamos em um terreno público a beira de um lago alguns quilômetros mais adiante.

E não é que o outro dia amanheceu límpido, sem um vestígio de fumaça ou nuvem no céu! Há chuvas que vem pro bem… Não pudemos perder a oportunidade e voltamos ao parque, pois num dia como este não poderíamos estar em lugar melhor. Fizemos lindas caminhadas e vimos de muito perto nosso primeiro urso marrom ou cinzento, o maior dos ursos fora o polar, além de cabras montesas. Foi um dia perfeito que não poderia terminar diferente: próximo a meia-noite, no mesmo acampamento da noite anterior, tirados da cama pela vontade de fazer xixi, pudemos contemplar nossa primeira aurora boreal. Esta luz vinda do norte parecia nos dizer o caminho para onde deveríamos seguir…

 

Itinerário percorrido

Itinerário Estados Unidos 3

 

Fotos

Acampamento em frente a mecânicaNovos amortecedores FOXAlgumas peças retiradas para manutençãoInstalando compressor ARB para bloqueio traseiro do dif.Quase hora do almoçoHora do almoçoDiferencial com nova coroa e pinhão + diff lock ARBColeção de Land RoversNosso livro em inglêsPneus Atturo novinhos...Quando o Lobo completou os 250 milEva, Mechthild, Michelle, Bill Davis, Tom e RoyO defender das alemãs Eva e MechthildVisual da área de voo de parapente, lado SulMichelle se preparandoDomínio da velaÉ o momento...Mais um passo...... esta no arDepois do pousoLado Norte do morroRoy se preparando para voarBela imagemSegundo morroChegou no segundo morro, será um belo voo na certaOrelhando o parapente para descer...Após o pousoVejam a placa do carro a esquerdaBelo órgão no tabernáculo mórmonTemplo mórmon, riquísimo em detalhesArepas deliciosas na casa do amigo venezuelano RosbittUps, os nomes não coincidem, kkkAry Pradi, nosso apoiador (Sol Paragliders)Feira Outdoor RetailersBelos estandes e muita genteGostamos desse painelSteve, seus filhos, Ary, Carlos e nósA caminho do NorteGrande Lago SalgadoAve migratóriaBelas paisagens desérticasManada de bisontesMule dearBisontesNovamente os bisontesAntilocapraSó perde para um guepardo em velocidadeIlha AntílopeNosso acampamento na ilhaMuitos pássarosMuitos mesmo...Mas muitos mesmo, de verdade...Show no arVejam onde estávamos chegando!Bem vindos a Roy CityMuseo de aviõesHelicóptero antigoAviões muito grandesBela ave de rapinaComida chegando...... para o ninhoBelos rios pelo caminhoBar country em JacksonCidade muito aconcheganteUm urso real, empalhadoPórtico de chifres de Cervus CanadensisMas são os que os animais perdem a cada anoClássicoBla, bla, bla...Manada de bisontes no Grand TetonAo fundo, as montanhas Grand TetonBelas caminhadas neste parqueTivemos sorte com o tempoVontade de se jogar nesta águaMas era muito geladaCervus CanadensisOlha pra foto UapitiGalhadas enormesBelo rioNos EUA, tem que rolar um X-burguerMais caminhadasFazendo barulho para espantar os ursosGrande lagoWhite tale dearEsse é o Alce, ou moose em inglêsEssa noite teve chuva de meteorosAmanhecer...Café da manha com Scott, amigo americanoRio de águas termaisQue banho showEntrando nas terras do Zé ColméiaAs primeiras fontes termaisUm gêiser na borda de um lagoÁgua muito transparenteGêiser Old Faithful90 em 90 min ele entra em forte atividadeOlhem nós aqui...Todos os tipos de fontes termaisEles surgem entre a florestaRocha muito sensívelBelas coresMais gêiseresÁrvores refletindo na fonteSubimos o morro para ver...A lindíssima piscina Grand PrismaticDesenhos feitos pelas bactérias...Passarela onde é possível vê-la mais de pertoFinal do dia é assimMuito vapor vindo da fonteÁgua transparenteGrand Prismatic ao fundoColoridoUm lugar lindíssimoMuita gente vem visitarMais imagens lindasAzul, amarelo, laranja, marron...Outra fonte cristalinaGêiseres de lamaTotalmente diferentes dos outrosVista do alto de varias fontesA caminho de uma bela cachoeiraLower waterfallMuita gente a procura de lobosOutra cachoeiraFormações interesantes na rochaCânion do YellowstoneCervus Canadensis fêmeaFontes que formam terraçosNorte do parque YellowstoneBelas esculturas nas rochasMais terraçosMammoth Hot SpringsLindoÁgua que traz muitos sedimentosOld Willys OverlandCheese Burguer com Marvin e Josie TidwellChico´s burguerCasa de Josie e MarvinBolo do aníver da Mi, preparado pela JosieBighorn SheepContemplando o Paradise ValleyLivingston, MontanaCasa da Josie, no Paradise ValleyLindíssimo lugarDe outro ânguloEstilo CawboyDespedida da JosieA caminho do Glaciar National ParkFumaça de queimadas no Glaciar NPMas outro dia, após uma chuva, tudo mudouCabra montesaFilhotes brincalhões de cabra montesaUrso marrom ou cinzentoComendo marmotasLindas montanhasA neve nas partes mais altasCachoeirasMontanhasFez frio na noite que passouCaminhadas pelo parquePaisagens de tirar o fôlegoEsse lago é maravilhosoEspecialmente num dia ensolarado como esseUma luz vinda do norte nos indicando nosso caminho

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6 comentários. Confira:

  • Sugestão:
    Caso Vocês foram para o lado de Boston.
    Procure ir na ILHA MARTHA’S VINEYARD
    Está ilha é uma MARAVILHA, é lá onde os presidentes tiram férias.
    Em Plymouth mais abaixo fica o março onde as 12 famílias chegaram para começar nos USA e entre Plymouth e Providence na 44 no meio fica a cidade de TAUNTO, procure comer um Bacalhau Assado no TAUNTON EAGLES restaurante Português excelente eu trabalhei lá 5 anos entre 2002/06.
    Em Plymouth é a cidade onde o ex presidente Fernando Henrique morou e dava aula na Universidade.
    Vão gostar

    Virgilio
  • Tudo muito impactante. Continuamos orando por vocês. Gilson Machado e família.

    Gilson Machado
  • OI,realmente vendo as fotos,quase todas surprende como sempre,mas essas dos geisers e águas termais deram penso eu um reforço fisico pra essa jornada tão rica em detalhes que vcs mostram a todos em suas fotos.abraços

    eurico
  • Desta vez estou sendo premiada, a primeira a ler e ver o diário de vocês…
    Que Show de fotos… Acho impossível contar as cores em algumas… espetaculares mesmo… Esses lugares realmente parecem ser o paraiso! Não o posso imaginar mais lindo…
    Sigam com Deus… Abraços saudosos!

    Leones M. Rudnick
  • Sempre um prazer ler estes relatos. Sigam bem! Abs

    Daniel
  • Que lugares fascinantes.

    Virgilio

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